Robert Tipp, da seguradora Prudential, afirma que o corte da nossa classificação é “a prova de que a crise (…) não parou”.([1])
Straubhaar e Schäuble reconhecem que é preciso acabar com a excessiva influência destas empresas.([1], [2])
Cavaco Silva vê o que todos podemos ver, incluindo Schäuble: os fundamentos deste rating (ou a falta deles).([3], [4])
Pedro Passos Coelho conseguiu resumir a decisão da Moody’s ao essencial: um “murro no estômago”.([5])
O director da UNCTAD pede a extinção destas agências de rating.([1])
Isto é, finalmente os principais actores do nosso destino reconhecem que a crise está a ser influenciada pelas agências de rating. É um passo na direcção certa para resolver a trapalhada toda.
Ah, e já agora: A Moody’s ainda considerava a Enron um bom investimento depois de ter rebentado o escândalo. ([6]) Como é que querem que eles dêem uma para a caixa?
(Editado a 2011-08-05 para fazer o link para a wikipedia apontar para a página em questão tal como estava a 6 de Julho.)
